a luta do "bem" fisguelinha contra o "mal" anabolizado. acordes em tom menor. bebida amarga melhor que doce. rock alternativo melhor do que megahit rebola a bola. ronca ronca melhor do que pânico. o óbvio é tão pouco óbvio assim?
as doses não precisam ser tão grandes. não precisa gastar. não precisa encher o saco. só que o tom depende de cada um. de cada compasso. lou reed diria: "um é pouco, dois é bom, três é jazz". e aí? o que me diz? play it again, charlie... and tell me why.
transformer
(lou reed)