acho que belo uórizonte está acometida da doença do "não sei". mas falo que sei. vai tocando o barco que alguma coisa sai. ou vira logo de vez. fato é que não adianta querer jogar futebol com regras de bocha.
imagina a cena: uma sujeita toda posuda, cinco layers de maquiagem na cara, roupa de gala no horário do desjejum, entrando num salão de beleza e destilando a boca mole ao celular... "meu amorrrrr, eu que sei. eu que ensinei a fulana de andrade cunha gutierrez, no dia que saí da casa dos orleans e bragança lá no belvedere..." aí o mun-rá senta na cadeira e chama o cabeleireiro. vira pra santa e dispara: "meu amoooorrrr, quero um corte bem moderrrrrrno..."
com a típica cara de quem não fala mandarim, ele rebate: "moderrrrrno como?"... "ah, moderrrrrno, vc sabe como", diz o patê de pó compacto... "desculpe, mas tá faltando alguma informação aí"... "amoooorrrrr, corta logo esse cabelo e deixa de conversa fiada que eu tenho que trocar uns tapas com o gov às 6..."
meia hora depois o mun-rá ressurge da session de lanternagem... o cabeleireiro seguiu as melhores referências dentro do que ele entendeu pelo briefing de "moderrrrno" e voilá... mas aí a forma decadente dá um pití, corre pelo salão esvaziando o tubo de laquê e questiona no melhor vernáculo de meretrício a competência do salão.
anyway, só um paralelo besta pra ilustrar o que é vida de redator freelancer. depois vem um tanto de psiquiatra de universidade do bairro enade dizer que a depressão é síndrome da vida moderna. aí a resposta pra esse freud do jatobá é simples: corta a falácia e me dá logo os remedinhos aí.. um de cada cor, por favor...
2 comentários:
tem dias que acordo com uma vontade de morar em Amsterdam...
kkkkkkkkk! normalmente eu vou dormir lamentando não ter corrido pra melhor saída: o aeroporto.
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